quarta-feira, 8 de abril de 2026

Nara Couto expressa no álbum “Travessia” o retorno para uma nova trajetória, a junção do povo africano

 


É a terceira vez que Nara Couto visita a Cabo Verde, veio no ano passado no processo do álbum que vai lançar esse ano, e ter mais contato com a cultura de Cabo Verde.

A artista brasileira afirmou que já tem duas convidadas de Cabo Verde no seu novo álbum.

"O ano passado, então, eu fui para Tarrafal, encontrei as Delta Cultura, dancei com elas, batuquei, e foi muito importante, foi fortalecedor. Então, agora, voltar a Cabo Verde esse ano é como se eu estivesse voltando para casa. Estou muito feliz de estar aqui".

Deu o nome ao álbum "Travessia" visto que acredita que o Brasil tem uma conexão com muitos países do continente africano. Esse trabalho fala em específico de alguns países PALOP: Moçambique, Guiné-Bissau, Cabo Verde e Angola.

"E é sobre um retorno, só que é um retorno para uma nova trajetória, para um novo momento, para uma junção de quem nós somos. Então, é um reencontro para mim, com os meus irmãos e irmãs de África, mas também estarmos juntos para pensarmos e olharmos para o futuro". Explica.

Durante a sua estadia em Cabo Verde, a Nara Couto já participou em alguns eventos e realizou um projeto a convite da Pro Cultura.

Foi moderadora de uma conversa "Empreendedorismo Musical - Da Criação a Sustentabilidade", no qual participaram as artistas Mayra Andrade, Sandra Horta, Karyna Gomes e Adelina Jerónimo.

Durante a conversa abordaram sobre a sustentabilidade dentro da arte, sobre suas carreiras.

Nara Couto fala de Cabo Verde, mas não deixa de falar sobre a Guiné-Bissau.

Para Couto a sua ligação com a Guiné-Bissau é uma ligação que ainda não consegue explicar. "Porque eu estou aqui hoje em Cabo Verde, mas também não paro de pensar que preciso muito ir a Guiné-Bissau. Preciso reencontrar as pessoas que eu encontrei, os meus irmãos. Eu olho para muitas pessoas em Guiné-Bissau e eu vejo a minha família".

"Olho e digo, parece meu pai, parece meu tio, parece a minha tia", acrescenta.

Couto recorda de uma foto feita com o grupo dos netos de Bandim, em que está no meio e ninguém consegue identificar quem é quem.

Diz que se é brasileira, é guineense. E é um encontro de alma.

Tanto que o projeto, Travessia, ele de fato é um projeto que está falando dos países PALOP, mas ele tem um enraizamento muito forte com relação a Guiné-Bissau. Nele destaca a participação dos Guineenses.

A artista brasileira conta que está muito feliz porque isso, mais uma vez, reforça os seus laços com a cultura e a sociedade guineense e o seu desejo é de estar perto mais e mais.

Questionada como surgiu essa ligação com os países PAOLP, a artista Soteropolitano sublinhou que já estava pensando em gravar esse álbum há dois anos atrás e começou a trabalhar nele. E a primeira faixa que vai lançar com o artista Mubaná.

Revelou que quer aprender a falar o crioulo da Guiné-Bissau. Pelo menos daqui a um ano estar falando crioulo, da Guiné-Bissau já está a caminho e estudando.

Nara Couto participa também na maior feira de música transatlântica - AME 2026.


Artista Guineense, Patche di Rima sobe ao palco do AME esta quinta feira e promete vibrar o público


O artista bissau guineense expressa a sua gratidão e orgulho em participar da maior feira de música transatlântica "Atlantic Music Expo"- AME 2026, considerando este evento um trabalho sério e bem organizado que conecta músicos nacionais, internacionais e maiores produtores da indústria da música.

Patche di Rima disse que estar a representar a Guiné-Bissau no AME é um sentido de responsabilidade, mostrar uma Guiné de hospitalidade, sublinhando que a música da Guiné-Bissau significa estar em "madjuandadi".


Patche di Rima é considerado um dos maiores artista de atualidade guineense e embaixador cultural e de turismo de Guiné-Bissau. É também Embaixador de boa vontade A sua atuação no maior palco do AME está prevista para o dia 9 às 20h.

O Atlantic Music Expo (AME) acontece todos os anos no início de abril, pouco antes do renomado Kriol Jazz Festival, transformando Praia, a capital do arquipélago, em um ponto de encontro vibrante para intercâmbios culturais transatlânticos.


quarta-feira, 1 de abril de 2026

Artista cabo-verdiana Verónica e o artista guineense Wizard juntos na música

A equipa Nô Balur esteve na Praia, em Cabo Verde, para uma conversa especial com a artista cabo-verdiana Verónica e o artista guineense Wizard. Entre sorrisos, os dois revelaram tudo sobre a nova música “Bendedera”, ou “Bideira”, como dizemos no crioulo da Guiné-Bissau.


O djumbai foi conduzido pela nossa apresentadora Helena Ramos, na rubrica “Nô Baluris em Cabo Verde”, num ambiente leve, mas cheio de significado.


“Bendedera” não é só uma música, é sentimento, é respeito, é homenagem neste dia em que se celebra o dia da mulher cabo-verdiana. 


Com letras de Verónica Lii e Wizard Sadibo, nasce como um tributo forte a todos os homens e mulheres que enfrentam o dia a dia nas ruas, faça sol ou chuva, na luta pelo sustento.


Com uma sonoridade envolvente produzida por Joeezy, a música traz à tona a força, a coragem e a resistência de quem vive do comércio informal. Já o videoclipe, com assinatura de Patrick Clacket, mostra em imagens reais essa caminhada feita de esforço, dignidade e superação.


“Bendedera” é a voz de quem não desiste. É o reflexo de uma luta diária transformada em arte.


A música já se encontra disponível no YouTube. 


Por: @ramoshelena66 🇨🇻 

[ Correspondente Nô BaLur Caboverde] 


Lê o artigo completo e mais em www.nobalur.com ou através do link na bio. 



Link da música: https://youtu.be/Ic_nZmbL8kw?si=V76ghJmwNw4QkyTY

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domingo, 18 de maio de 2025

CONVERSA COM A DIVA DA MÚSICA GUINEENSE ENEIDA MARTA

 Daqui a pouco o @gamboa_festival_oficial 🇨🇻 irá receber a diva da música moderna guineense @eneida_marta 🇬🇼 


A equipa Nô Balur em Cabo Verde esteve à conversa com Eneida e presenciou o check sound. 


Durante a entrevista Eneida Marta apelou pela união da Guiné-Bissau e Cabo Verde. 


Acompanhe o pequeno “Djumbai”. 


Por: @ramoshelena66 🇨🇻


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quarta-feira, 14 de maio de 2025

ENTREVISTA COM A ARTISTA VERÓNICA LII

ARTISTA VERÓNICA LII DEDICA A MÚSICA JE T´AIME À LA FOLIE À PRIMA
A artista cabo-verdiana Verónica Lii que reside na França, está em Cabo Verde pela segunda vez para promover os seus trabalhos, inclusive o single Je t´aime á la Folie, que foi lançada a 9 de maio nas plataformas digitais. A música homenageia a prima que sofre de alopésia, e cujo namorado a ajudou a recuperar a sua auto-estima.

Verónica Lii começou o seu percurso na música desde os 15 anos de idade, quando pela primeira vez recebeu o convite de cantar.

Está no país para que o público cabo-verdiano conheça o seu trabalho e ver como a aceitação da sua música está no mercado. A artista conta o que a inspirou a escrever a música je t´aime à la folie.

Para além desta música Verónica Lii aborda outros temas, para que as pessoas que consomem a sua música sintam-se tocadas.

Questionada sobre a aceitação de artistas cabo-verdianos na diáspora a artista cabo-verdiana responde da seguinte forma.

Para além da música Verónica Lii possuí uma paíxão pelo cinema, ela teve a sua participação no filme Manga D´Terra da Produtora Basil, em que encarnou a personagem de uma menina super ignorante e problemática que gosta de atiçar. Também atuou em Jacaré cujo sairá brevemente.



https://youtu.be/jh0S4RFJ39M?si=6KWzNYJxt8N5uCYD 

BESNA IMBINE QUER EXPANDIR O EVANGELHO ATRAVÉS DA MÚSICA

 A música evangélica ganha uma nova voz em Cabo Verde com o lançamento do projecto “Oras ki Deus Aji, Kenha Ki ta tadja”, do missionário guineense Besna Imbine. Este projeto marca um momento histórico ao trazer canções cristãs em crioulo, um idioma pouco explorado no gênero gospel no país.



Nara Couto expressa no álbum “Travessia” o retorno para uma nova trajetória, a junção do povo africano

  É a terceira vez que Nara Couto visita a Cabo Verde, veio no ano passado no processo do álbum que vai lançar esse ano, e ter mais contato...